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São Gonçalo do Rio Abaixo inaugura laboratório de inovação do Senai

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A Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), inaugura no dia 3 de outubro, às 10h, o Senai Lab, no Centro de Formação Profissional José Fernando Coura.

Unidade já formou mais de 5 mil profissionais. Acom/PSGRA

O novo espaço terá como foco a tecnologia, a criatividade e o aprendizado prático, preparando profissionais para os desafios da Indústria 4.0. A proposta é oferecer um ambiente voltado ao desenvolvimento de técnicas inovadoras, incentivo ao empreendedorismo e fortalecimento do ecossistema de inovação no município.

Desde sua implantação em 2009, a unidade do Senai em São Gonçalo do Rio Abaixo já formou 5.644 alunos em diferentes cursos, consolidando-se como referência em capacitação profissional na região.

Acom/PSGRA

Com o Senai Lab, a expectativa é ampliar ainda mais as oportunidades de formação e contribuir para o desenvolvimento econômico sustentável da cidade.







‘Terão dificuldades para se reestruturar’

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O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) deflagrou, nessa quarta-feira (24), a
operação “Custos Fidelis”, visando combater a lavagem de dinheiro oriunda do tráfico de drogas e a expansão da facção Família Teófilo Otoni (FTO)
, ligada ao Comando Vermelho (CV). Mais de 120 mandados de prisão, busca e bloqueio de bens contra a organização criminosa.

No total, foram bloqueados R$ 223,5 milhões em contas bancárias e criptoativos, dentro de uma estrutura financeira que movimentava mais de R$ 18 bilhões.

O coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Giovani Avelar, celebrou o sucesso da operação, em coletiva sobre a operação, realizada na tarde desta quinta-feira (25), no prédio da Unidade de Combate ao Crime e Corrupção (UCC), ligada ao Comando Vermelho (CV).afirmando que a FTO terá dificuldades em se reestruturar após o golpe sofrido.

“Esse trabalho foi muito além de estancar a reiteração ilícita. Ele atacou o coração dessa organização criminosa, que se filiou a uma facção local, de modo que, terão dificuldade até mesmo para se reestruturar. Foi feito um trabalho de inteligência e investigação”, ressaltou ele.

Avelar destacou a importância da resposta do Estado à sociedade, ao combater os bandidos “que incomodam” no dia a dia, porém reforçou a importância do trabalho de inteligência para que os danos sejam permanentes.

“Numa dimensão a médio e longo prazo, é preciso se debruçar à cadeia das organizações criminosas, o que evidentemente vai pressupor um entendimento e compreensão correta da engrenagem ilícita”, explicou o promotor.

Facção utilizava uniformes das polícias Militar e Civil para executar inimigos

“Essas organizações
utilizavam fardamento da Polícia Militar (PM) e uniformes da Polícia Civil (PC) para executar inimigos nos combates
”, foi o que revelou o chefe do Estado-Maior da PM, coronel Maurício José de Oliveira, na coletiva.

“Nós conseguimos identificar e fazer as diversas prisões necessárias, inclusive de pessoas envolvidas nessas ações, com desdobramentos em Belo Horizonte, inclusive, que tem um vínculo forte com essa atuação criminosa, principalmente no Morro das Pedras”, afirmou o coronel.

“Essa operação ataca a parte de administração, a liderança, dividida em núcleos operacionais, núcleo financeiro, de administração e logística. E hoje ela culmina com a prisão de lideranças nesses núcleos, com capacidade de articular a atuação dessa organização”, completou.

Segundo ele, as facções agiam também em outros estados, como o Amazonas.

“Houve uma forte atuação em Teófilo Otoni visando a desarticulação da quadrilha, mas com mobilização em todo o estado, inclusive em Belo Horizonte, e no estado do Amazonas, onde ocorria a lavagem do dinheiro para a aquisição de mais drogas e chegasse até Minas Gerais, onde aconteceria a distribuição”, explicou Oliveira.

A operação continua

O coronel Maurício garantiu, ainda, que a Polícia Militar seguirá presente nas localidades alvo e que a operação seguirá em andamento.

“O Morro das Pedras tem um forte vínculo com Teófilo Otoni e a instalação da FTO. Então nós combatemos em BH, combatemos em Teófilo Otoni, manteremos uma saturação de policiamento nos pontos cruciais no Morro das Pedras enquanto não tiver tranquilizada a situação.

A PM estará 24h por dia em operação contínua a partir de hoje. Continuaremos com a operação de visibilidade e presença em Teófilo Otoni para garantir a segurança e a tranquilidade da população local. Essa operação não tem um fim em si mesma. Ela começou em 2023 e não termina hoje”, afirmou.

Operação ‘Custos Fidelis’

A operação ‘Custos Fidelis’, do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), cumpriu, nessa quarta-feira (24), mais de 120 mandados de prisão, busca e bloqueio de bens contra a facção Família Teófilo Otoni (FTO), ligada ao Comando Vermelho.

A ação teve como foco combater a lavagem de dinheiro e a expansão do grupo, que atua com violência e movimenta cifras milionárias.

No total, foram bloqueados R$ 223,5 milhões em contas bancárias e criptoativos, dentro de uma estrutura financeira que movimentava mais de R$ 18 bilhões.

Balanço da operação: 48 mandados de prisão; 84 mandados de busca e apreensão em Minas, Amazonas, Rio de Janeiro e Espírito Santo; 83 ordens de bloqueio de contas; 8 veículos apreendidos e bloqueio de um imóvel de luxo em Alagoas, avaliado em R$ 3,9 milhões.

Números da operação Custo Fidelis

Segundo as investigações, a facção funcionava como uma “empresa do crime”, com setores de logística, finanças e grupos armados.

Em menos de um mês, a FTO teria adquirido R$ 8,4 milhões em drogas diretamente de fornecedores do Amazonas. Para lavar o dinheiro, o grupo usava empresas de fachada em ramos como gás, internet, câmbio e, principalmente, comércio de pescados.

Cada empresa movimentava cerca de R$ 25 milhões por ano, com depósitos vindos de várias partes do país, incluindo Teófilo Otoni e Belo Horizonte.

Bandidos fortemente armados gravaram vídeo provocando rivais e autoridades

Em abril de 2024,
um vídeo que mostra doze bandidos fortemente armados com fuzis em uma mata circulou nas redes sociais
. Eles se identificaram como integrantes do Comando Vermelho (CV), dizendo que iram invadir o Morro do Eucalipto, um dos principais pontos de disputa entre facções no Rio de Janeiro. Segundo fontes da Itatiaia, o local é comandando pelo PCC.

Autoridades confirmaram a veracidade do vídeo. Contudo, não se sabe onde o conteúdo foi gravado. A suspeita é de que tenha sido filmado no RJ.

“Vamos explodir tudo. Se chegar perto do ‘paizão’, vai ganhar tiro. Estado, não se intromete em guerra nossa não, valeu?”, ameaçou um dos homens.

Um indivíduo de camisa preta, armado com um fuzil, foi identificado pelas autoridades como “Andinha” ou “Bala”, chefe da facção em Teófilo Otoni. Foragido da Justiça, ele é um dos criminosos mais procurados de Minas e estaria escondido na Rocinha no Rio, na capital carioca.

Toyota suspende operações no país após danos de chuva em São Paulo

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A Toyota suspendeu a produção em suas unidades no Brasil por causa de uma forte tempestade na última segunda-feira (22) que provocou danos na planta de Porto Feliz (SP), onde são produzidos os motores da marca de veículos.

Em razão dos danos na unidade de Porto Feliz, as fábricas de Indaiatuba e Sorocaba, também localizadas no estado, interromperam as atividades.

“Em uma primeira análise, a retomada da planta de motores deverá levar meses e, considerando essa situação, a empresa está buscando alternativas de fornecimento de motores junto a unidades da Toyota em outros países, com o objetivo de retomar a produção de veículos nas plantas de Sorocaba (SP) e Indaiatuba (SP)”, disse a montadora, em nota.

Com a suspensão, a empresa afirmou que está em tratativas com os trabalhadores. A proposta é a suspensão temporária do contrato de trabalho (layoff). Nesses casos, o trabalhador fica sem receber o salário integral, mas mantém o vínculo empregatício. 

Assembleia 

Os trabalhadores da fábrica de Sorocaba (SP) vão decidir, em assembleia virtual da categoria, a partir desta sexta-feira (25), se vão aceitar a proposta de layoff proposto pela empresa. Os funcionários terão até o dia 28 para deliberar sobre a proposta.

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Oficinas Metalúrgicas, Mecânicas, de Materiais Elétricos e Eletrônicos, Siderúrgicas, Fundidos, Automobilísticas, Autopeças e Aeroespacial de Itu, Porto Feliz, Boituva e Cabreúva disse, em nota, que a empresa assumiu o compromisso de manter os empregos de todos os trabalhadores de Porto Feliz, inclusive com a garantia dos benefícios já negociados.

Questionada sobre a proposta oferecida, a Toyota respondeu que “as propostas serão apresentadas a partir de hoje, para votação nos próximos dias e, assim que aprovadas, serão aplicadas de forma emergencial”.

Mega-Sena não tem ganhador no concurso 2.919; prêmio vai a R$ 80 mi

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O concurso 2.919 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (25), não teve acertador das seis dezenas. Com isso, o prêmio acumulou para R$ 80 milhões. O próximo sorteio está marcado para sábado (27).

As seis dezenas sorteadas foram: 03 – 26 – 28 – 37 – 42 – 53

A quina teve 66 bilhetes premiados. Cada um receberá R$ 34.524,56. Os 4.131 acertadores da quadra terão o prêmio de R$ R$ 909,21 cada.

Para o próximo concurso da Mega-Sena, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) pelo aplicativo Loterias Caixa e no portal Loterias Caixa.

O jogo também pode ser feito nas casas lotéricas de todo o país. A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

Fonte: Agência Brasil

Facção utilizava uniformes das polícias Militar e Civil para executar inimigos em MG

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“Essas organizações
utilizavam fardamento da Polícia Militar (PM) e uniformes da Polícia Civil (PC) para executar inimigos nos combates
”, foi o que revelou o chefe do Estado-Maior da PM, coronel Maurício José de Oliveira, em coletiva sobre a
operação “Custos Fidelis”, que tem como foco combater a lavagem de dinheiro e a expansão da facção Família Teófilo Otoni (FTO)
, ligada ao Comando Vermelho (CV).

“Nós conseguimos identificar e fazer as diversas prisões necessárias, inclusive de pessoas envolvidas nessas ações, com desdobramentos em Belo Horizonte, inclusive, que tem um vínculo forte com essa atuação criminosa, principalmente no Morro das Pedras”, completou o coronel.

A operação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) cumpriu, nesta quarta-feira (24), mais de 120 mandados de prisão, busca e bloqueio de bens contra a organização criminosa.

A coletiva de imprensa foi realizada na tarde desta quinta-feira (25), no prédio da Unidade de Combate ao Crime e Corrupção (UCC) no bairro Santo Agostinho, Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

“Essa operação ataca a parte de administração, a liderança, dividida em núcleos operacionais, núcleo financeiro, de administração e logística. E hoje ela culmina com a prisão de lideranças nesses núcleos, com capacidade de articular a atuação dessa organização”, afirmou o coronel Oliveira.

Segundo ele, as facções agiam também em outros estados, como o Amazonas.

“Houve uma forte atuação em Teófilo Otoni visando a desarticulação da quadrilha, mas com mobilização em todo o estado, inclusive em Belo Horizonte, e no estado do Amazonas, onde ocorria a lavagem do dinheiro para a aquisição de mais drogas e chegasse até Minas Gerais, onde aconteceria a distribuição”, explicou.

A operação continua

O coronel Maurício garantiu, ainda, que a Polícia Militar seguirá presente nas localidades alvo e que a operação seguirá em andamento.

“O Morro das Pedras tem um forte vínculo com Teófilo Otoni e a instalação da FTO. Então nós combatemos em BH, combatemos em Teófilo Otoni, manteremos uma saturação de policiamento nos pontos cruciais no Morro das Pedras enquanto não tiver tranquilizada a situação.

A PM estará 24h por dia em operação contínua a partir de hoje. Continuaremos com a operação de visibilidade e presença em Teófilo Otoni para garantir a segurança e a tranquilidade da população local. Essa operação não tem um fim em si mesma. Ela começou em 2023 e não termina hoje”, afirmou.

Operação ‘Custos Fidelis’

A operação ‘Custos Fidelis’, do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), cumpriu, nessa quarta-feira (24), mais de 120 mandados de prisão, busca e bloqueio de bens contra a facção Família Teófilo Otoni (FTO), ligada ao Comando Vermelho.

Números da operação Custo Fidelis

A ação teve como foco combater a lavagem de dinheiro e a expansão do grupo, que atua com violência e movimenta cifras milionárias.

No total, foram bloqueados R$ 223,5 milhões em contas bancárias e criptoativos, dentro de uma estrutura financeira que movimentava mais de R$ 18 bilhões.

Balanço da operação: 48 mandados de prisão; 84 mandados de busca e apreensão em Minas, Amazonas, Rio de Janeiro e Espírito Santo; 83 ordens de bloqueio de contas; 8 veículos apreendidos e bloqueio de um imóvel de luxo em Alagoas, avaliado em R$ 3,9 milhões.

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Segundo as investigações, a facção funcionava como uma “empresa do crime”, com setores de logística, finanças e grupos armados.

Em menos de um mês, a FTO teria adquirido R$ 8,4 milhões em drogas diretamente de fornecedores do Amazonas. Para lavar o dinheiro, o grupo usava empresas de fachada em ramos como gás, internet, câmbio e, principalmente, comércio de pescados.

Cada empresa movimentava cerca de R$ 25 milhões por ano, com depósitos vindos de várias partes do país, incluindo Teófilo Otoni e Belo Horizonte.

Bandidos fortemente armados gravaram vídeo provocando rivais e autoridades

Em abril de 2024,
um vídeo que mostra doze bandidos fortemente armados com fuzis em uma mata circulou nas redes sociais
. Eles se identificaram como integrantes do Comando Vermelho (CV), dizendo que iram invadir o Morro do Eucalipto, um dos principais pontos de disputa entre facções no Rio de Janeiro. Segundo fontes da Itatiaia, o local é comandando pelo PCC.

Autoridades confirmaram a veracidade do vídeo. Contudo, não se sabe onde o conteúdo foi gravado. A suspeita é de que tenha sido filmado no RJ.

“Vamos explodir tudo. Se chegar perto do ‘paizão’, vai ganhar tiro. Estado, não se intromete em guerra nossa não, valeu?”, ameaçou um dos homens.

Um indivíduo de camisa preta, armado com um fuzil, foi identificado pelas autoridades como “Andinha” ou “Bala”, chefe da facção em Teófilo Otoni. Foragido da Justiça, ele é um dos criminosos mais procurados de Minas e estaria escondido na Rocinha no Rio, na capital carioca.