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Mineradora oferece vagas em feirão de empregos em Itabirito no dia 30 de setembro

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A Minérios Nacional, unidade do grupo CSN Mineração, vai promover um feirão de empregos em Itabirito no dia 30 de setembro. O evento será realizado no SENAI (Rua João Pinheiro, 895, bairro Santa Efigênia), das 9h às 15h, e os interessados devem comparecer com currículo impresso e atualizado.

Oportunidades incluem funções técnicas e operacionais em diferentes áreas — Crédito: Divulgação CSN

Atualmente, no painel de vagas da empresa, há oportunidades disponíveis que contemplam diferentes áreas operacionais e técnicas, incluindo:

  • Operador de Equipamentos de Mina
  • Eletricista
  • Operador de Beneficiamento
  • Técnico de Manutenção Mecânica
  • Técnico de Produção
  • Inspetor de Manutenção Mecânica
  • Lubrificador Industrial
  • Mecânico
  • Soldador
  • Topógrafo
  • Auxiliar de Topografia
  • Auxiliar de Mina (Sinaleiro)

A empresa destaca que o feirão é uma oportunidade para quem busca novos desafios e crescimento profissional no setor da mineração.

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Mais informações sobre as vagas também podem ser acessadas no site csn.com.br/oportunidades

Minérios Nacional

A operação da Minérios Nacional está concentrada na mina de Fernandinho, em Rio Acima (MG), onde o minério de ferro é obtido por meio do reaproveitamento de rejeitos. Integrante do Grupo CSN, a unidade tem capacidade instalada para produzir cerca de 1 milhão de toneladas por ano. A empresa também detém os direitos minerários sobre as reservas Cayman e Pedras Pretas.

Fonte: Mais Minas

Setor de alimentação fora do lar mostra recuperação

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Em agosto deste ano, o setor de alimentação fora do lar registrou o menor índice de empresas operando no prejuízo desde o início da pandemia de Covid-19 no Brasil.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Bares e Levantamentos (Abrasel), entidade que representa e promove o setor de alimentação fora do lar, apenas 16% dos estabelecimentos fecharam o mês no vermelho, enquanto 43% tiveram lucro e 40% mantiveram estabilidade. Os números reforçam um cenário de recuperação que não aparecia há anos.

Para o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, os dados refletem uma virada importante. “A redução dos prejuízos é um sinal de que os bares e restaurantes estão conseguindo se adaptar melhor às condições econômicas. O setor viveu um período muito duro e agora dá sinais claros de recuperação, o que representa um alívio para os empresários e para a economia”, avalia.

Equilíbrio

O faturamento mensal também apresentou desempenho positivo. Em agosto, 39% das empresas viram suas receitas crescerem em relação a julho, superando os 34% que registraram queda. Para 27%, o resultado se manteve estável.

Para a Abrasel, mesmo com a inflação acumulada de 5,13% nos últimos 12 meses, 36% dos empresários conseguiram reajustar seus preços para acompanhar o índice – cinco pontos percentuais acima do observado no mesmo período de 2024. Outros 20% aplicaram aumentos abaixo da inflação, 6% conseguiram repassar valores maiores e 38% não realizaram nenhum reajuste nos cardápios.

Inadimplência em queda

Outro dado que confirma a tendência de melhora é a redução dos atrasos nos pagamentos. Hoje, 64% das empresas não possuem débitos pendentes, um avanço importante em relação aos últimos anos. Entre os que ainda enfrentam dificuldades, os principais atrasos estão relacionados a impostos federais (71%), estaduais (48%) e empréstimos bancários (35%).

Segundo Solmucci, a soma de fatores como maior controle financeiro e a queda no índice de desemprego fortalecem o processo de recuperação. “A redução do desemprego tem sido determinante para a retomada do setor, pois amplia a renda disponível das famílias e favorece o consumo fora do lar. Esse cenário traz mais segurança aos empresários e sustenta a expectativa de crescimento contínuo nos próximos meses”, finalizou.

Vale elimina 18ª estrutura a montante e alcança 60% de execução do seu Programa de Descaracterização de Barragens

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A obra de Descaracterização da Barragem Grupo, em Ouro Preto (MG), foi concluída em setembro e representa mais segurança para a comunidade

A Vale concluiu a obra de eliminação da barragem Grupo, localizada na Mina Fábrica, em Ouro Preto (MG). Com isso, a empresa chega a 18 estruturas a montante eliminadas, o que representa 60% de avanço no Programa de Descaracterização.

Barragem Grupo, localizada na Mina Fábrica, em Ouro Preto

Foram removidos cerca de 2,5 milhões de m³ de rejeitos do reservatório, incluindo os alteamentos e o maciço principal. A área passará por atividades complementares, como a reconformação do terreno, implantação de sistema de drenagem e recuperação ambiental.

“A descaracterização da barragem Grupo representa mais um passo importante no nosso compromisso com a segurança das pessoas, das comunidades e do meio ambiente. Alcançar 60% de execução do programa reforça a seriedade com que tratamos esse tema”, afirma Adriana Bandeira, diretora de Descaracterização de Barragens da Vale.
Grupo é a terceira estrutura a montante eliminada no Complexo Fábrica. As barragens Forquilha I, II e III estão em fase preparatória, com início das obras previsto para 2026.

Em agosto, o nível de emergência da barragem Forquilha III foi reduzido de III para II. Com isso, a Vale não possui mais nenhuma estrutura em nível máximo de emergência. Já a barragem Grupo teve seu nível encerrado em maio deste ano.

As obras de descaracterização das barragens em Mina de Fábrica utilizaram tecnologia inovadora, como equipamentos operados à distância e sistemas de acesso seguro para garantir a segurança das equipes envolvidas em áreas consideradas de risco.

Compromisso com a segurança 

A eliminação de estruturas a montante é um compromisso da Vale e também uma exigência legal. Desde 2019, a empresa já investiu mais de R$ 12 bilhões no Programa de Descaracterização. Das 30 obras previstas, 15 foram concluídas em Minas Gerais e três no Pará.

Todas as estruturas a montante da Vale no Brasil estão inativas e são monitoradas 24 horas por dia pelos Centros de Monitoramento Geotécnico (CMGs).

Mais de 300 vagas de emprego serão ofertadas em feirão presencial em Mariana-MG

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Se preferir, ouça a notícia:

Um feirão de oportunidades com mais de 300 vagas de emprego será realizado em Mariana (MG) no dia 1º de outubro (quarta-feira). O processo seletivo acontece de forma presencial, das 8h às 16h, no Centro de Convenções, localizado na Avenida Getúlio Vargas, s/n, Centro – SINE Mariana.

Crédito: Arquivo/Mais Minas

A ação é organizada pela Skava e pelo Consórcio Rio Doce e busca preencher diversas funções.

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Os candidatos interessados devem comparecer ao local com currículo impresso, Carteira de Trabalho (CTPS) atualizada e Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP). O atendimento será feito por ordem de chegada.

Outras vagas

Também para Mariana, a Samarco abriu inscrições para o programa de Trainee Operadora de Equipamento de Mina, exclusivo para mulheres.

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A seleção é voltada tanto para mulheres com experiência quanto para aquelas que buscam iniciar carreira no setor, ou seja, a Samarco também vai selecionar pessoas sem experiência na função, com o objetivo de ampliar a representatividade feminina em funções operacionais de alto impacto na mineração.

Veja mais nesta notícia do Mais Minas.

Fonte: Mais Minas

País tem déficit de US$ 4,7 bi nas contas externas em agosto; entenda

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No mês de agosto, as contas externas do país apresentaram déficit de US$ 4,7 bilhões. Apesar de ser número no terreno negativo, o resultado é positivo em relação ao déficit de US$ 7,2 bilhões do mesmo mês do ano passado.

Os dados constam no boletim Estatísticas do Setor Externo, divulgado nesta sexta-feira (26) pelo Banco Central (BC), em Brasília.

O levantamento aponta que, no período de 12 meses terminado em agosto, o déficit é de US$ 76,2 bilhões, o que representa 3,51% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país). Em julho, o indicador estava em US$ 78,7 bilhões (3,66% do PIB). Já em agosto de 2024, o saldo negativo atingia US$ 43,6 bilhões (1,95% do PIB).

No acumulado de 2025, o déficit é de US$ 46,8 bilhões, o maior para esse período de oito meses desde 2015 (US$ 51,6 bilhões).

Entenda os números

As contas externas são um indicador que mede a relação de troca do Brasil com os demais países. O saldo é calculado por meio do resultado de outros indicadores, como:

  • balança comercial (saldo entre exportações e importações)
  • balança de serviços (gastos com transportes, viagens, seguros, aluguel de equipamentos, propriedade intelectual e telecomunicações)
  • renda primária (pagamentos de salários, remessa de juros, lucros e dividendos)
  • renda secundária (transferências entre pessoas)

Conta externa com saldo negativo significa que o país envia mais dinheiro para o exterior do que recebe. Esse movimento a longo prazo pode causar desvalorização da moeda nacional e fazer o governo ter mais necessidade de se endividar em moeda estrangeira.

Balança comercial com tarifaço

Os resultados das balanças comercial e de serviços são os principais fatores que explicam o déficit menor das contas externas brasileiras em agosto ante o mesmo mês do ano passado.

Em agosto de 2025, a balança comercial contribuiu positivamente com saldo de US$ 5,5 bilhões. O valor no campo positivo é resultado de crescimento nas vendas para o exterior (US$ 30,0 bilhões, alta de 3,8%) e diminuição nas importações (US$ 24,5 bilhões, caíram 2,6%). Para efeito de comparação, no mesmo mês de 2024 o saldo da balança comercial tinha sido de US$ 3,7 bilhões.

Agosto foi o primeiro mês com efeito do tarifaço americano imposto às exportações brasileiras, que aplica taxas de até 50% em parte dos produtos enviados.

De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, a alta das exportações mesmo com o tarifaço em agosto pode ser explicada por busca de novos mercados.

“É uma coisa interessante para ficar acompanhando, a gente pode ter novos mercados”, disse, ao citar casos da China e da Argentina.

Outros resultados

Na balança de serviços, houve déficit de US$ 4,2 bilhões em agosto, no entanto, o resultado foi 20,3% menor que o do mesmo mês de 2024.

O déficit em renda primária ficou em US$ 6,3 bilhões em agosto. Diferentemente do comércio e dos serviços, esse resultado representa alta de 6,4% na comparação interanual. Já a conta de renda secundária ficou positiva em US$ 397 milhões.

Alta no déficit acumulado

Ao explicar porque o déficit em conta corrente nos oito primeiros meses do ano saltou de US$ 36,7 bilhões em 2024 para US$ 46,8 bilhões em 2025, Fernando  Rocha apontou para a balança comercial, que continua no positivo, mas em menor patamar.

“A gente pode dizer que praticamente a totalidade dessa piora no déficit interno das transações correntes refletiu a redução do superávit comercial no período, caiu de US$ 48 bilhões para US$ 37,5 bilhões”.

O chefe do Departamento de Estatísticas assinala que esse comportamento da balança comercial é explicado por estabilidade das exportações (+0,3%) e alta de 6,1% das importações.

Investimentos estrangeiro

O Banco Central divulgou também informações sobre os investimentos diretos no país (IDP), isto é, dinheiro estrangeiro que entra no Brasil para compra e ampliação de empresas, por exemplo.

Em agosto, os investimentos apresentaram saldo positivo de US$ 8 bilhões, valor próximo ao registrado em agosto de 2024.

No acumulado de 12 meses, o montante é de US$ 69 bilhões (3,18% do PIB). Em agosto de 2024, esse saldo era de US$ 71,2 bilhões.

Colchão de segurança

As reservas internacionais somaram US$ 350,8 bilhões em agosto, expansão de US$ 5,7 bilhões em relação ao mês anterior. É o maior patamar desde novembro de 2024 (US$ 363 bilhões).

Conforme explica o BC, as reservas internacionais são ativos do Brasil em moeda estrangeira e funcionam como uma espécie de seguro, um colchão de segurança para o país fazer frente às suas obrigações no exterior e a choques de natureza externa, como saída em massa ou interrupção de entrada de dólar no país.