A Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, realizou na última quarta-feira (10) uma programação especial para o grupo do Bombeiros Militar da cidade, “Bombeiros Sênior”, na Estação Ambiental de Peti.
Atividades visam valorizar as tradições e a criatividade em idosos. Divulgação
O encontro contou com trilhas ecológicas, almoço e uma oficina criativa em que os participantes utilizaram elementos naturais como folhas, pedras, sementes, cascas e barro para resgatar antigas brincadeiras, lembrando tempos em que a natureza fornecia as matérias-primas para momentos de lazer e felicidade.
Divulgação
A iniciativa marcou o início de uma proposta do projeto “Guardiões da Memória”, que está em fase de desenvolvimento e terá como objetivo promover diversas atividades ambientais voltadas à terceira idade. A ação valoriza os idosos como guardiões das tradições e do conhecimento, fortalecendo o vínculo entre memória, cultura e preservação ambiental.
Mais de R$ 15,7 bilhões em contratos antigos de empréstimos consignados de convênio já foram migrados, até a última terça-feira (16), para a nova plataforma da Carteira de Trabalho Digital do Crédito do Trabalhador.
As informações foram divulgadas pelo secretário de Políticas de Proteção ao Trabalhador, Carlos Augusto Simões Gonçalves.
Segundo ele, a expectativa é que R$ 40 bilhões em contratos antigos sejam migrados até outubro.
A migração para o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, que hospeda o Crédito do Trabalhador, vai até novembro.
Os contratos antigos pertencem a funcionários que trabalham ou trabalhavam em empresas que tinham parcerias com bancos para oferecer empréstimos com desconto das parcelas no salário. Esse modelo será extinto em novembro.
Atualmente, o novo programa conta com 122 instituições financeiras habilitadas, das quais 64 já realizam operações.
“Enquanto a taxa de juros nos empréstimos pessoais se manteve próxima a 11% ao mês, o Crédito do Trabalhador apresenta uma taxa média de 3,42% ao mês”, ressaltou Carlos Augusto.
A migração das operações antigas para a plataforma Crédito do Trabalhador, disponível no aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou na página de mesmo nome na internet, será feita pela Dataprev, estatal contratada pelo Ministério do Trabalho e Emprego para elaborar a plataforma.
Como funciona
No aplicativo Carteira de Trabalho Digital, o trabalhador autoriza o compartilhamento de seus dados (como CPF, tempo de empresa e margem disponível).
Em até 24 horas, instituições financeiras enviam ofertas de crédito;
O trabalhador escolhe a melhor proposta, com juros menores;
As parcelas são descontadas diretamente na folha de pagamento;
Até 35% da renda mensal podem ser comprometidos com o empréstimo.
Como pedir a portabilidade
Verificar se o banco de destino oferece o novo consignado para CLT;
Pedir a portabilidade nos canais digitais da instituição (site ou aplicativo);
A partir de 21 de agosto, a portabilidade também pode ser pedida no aplicativo Carteira de Trabalho, com migração gradual até novembro;
A nova instituição quita a dívida anterior e assume o crédito automaticamente, com os juros e os prazos da nova linha.
Mais de R$ 15,7 bilhões em contratos antigos de empréstimos consignados de convênio já foram migrados, até a última terça-feira (16), para a nova plataforma da Carteira de Trabalho Digital do Crédito do Trabalhador.
As informações foram divulgadas pelo secretário de Políticas de Proteção ao Trabalhador, Carlos Augusto Simões Gonçalves.
Segundo ele, a expectativa é que R$ 40 bilhões em contratos antigos sejam migrados até outubro.
A migração para o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, que hospeda o Crédito do Trabalhador, vai até novembro.
Os contratos antigos pertencem a funcionários que trabalham ou trabalhavam em empresas que tinham parcerias com bancos para oferecer empréstimos com desconto das parcelas no salário. Esse modelo será extinto em novembro.
Atualmente, o novo programa conta com 122 instituições financeiras habilitadas, das quais 64 já realizam operações.
“Enquanto a taxa de juros nos empréstimos pessoais se manteve próxima a 11% ao mês, o Crédito do Trabalhador apresenta uma taxa média de 3,42% ao mês”, ressaltou Carlos Augusto.
A migração das operações antigas para a plataforma Crédito do Trabalhador, disponível no aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou na página de mesmo nome na internet, será feita pela Dataprev, estatal contratada pelo Ministério do Trabalho e Emprego para elaborar a plataforma.
Como funciona
No aplicativo Carteira de Trabalho Digital, o trabalhador autoriza o compartilhamento de seus dados (como CPF, tempo de empresa e margem disponível).
Em até 24 horas, instituições financeiras enviam ofertas de crédito;
O trabalhador escolhe a melhor proposta, com juros menores;
As parcelas são descontadas diretamente na folha de pagamento;
Até 35% da renda mensal podem ser comprometidos com o empréstimo.
Como pedir a portabilidade
Verificar se o banco de destino oferece o novo consignado para CLT;
Pedir a portabilidade nos canais digitais da instituição (site ou aplicativo);
A partir de 21 de agosto, a portabilidade também pode ser pedida no aplicativo Carteira de Trabalho, com migração gradual até novembro;
A nova instituição quita a dívida anterior e assume o crédito automaticamente, com os juros e os prazos da nova linha.
A Prefeitura de Catas Altas, por meio da Secretaria de Turismo e Cultura, em parceria com a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição e a empresa Seculus Restauro, convida toda a comunidade para participar da entrega de cinco imagens sacras restauradas, que fazem parte do acervo da Matriz de Nossa Senhora da Conceição: Nossa Senhora das Dores, Sant’Ana, São Joaquim, São José e São Miguel e Almas.
A celebração será realizada no próximo domingo, 14 de setembro de 2025, às 19h, durante a Santa Missa, na Igreja Matriz.
Segundo a secretária de Turismo e Cultura, Aline Duarte, este trabalho é resultado de uma Política Municipal de Proteção ao Patrimônio Cultural eficiente e contínua, que busca investir na preservação da memória e das referências culturais de Catas Altas, valorizando seus patrimônios materiais e imateriais.
O investimento total foi de R$ 553.801,87, custeado com recursos do Fundo Municipal de Proteção ao Patrimônio Cultural (COMPAC). O processo de execução ocorreu ao longo de 19 meses, sendo realizado por profissionais altamente qualificados e moradores da própria comunidade. Todo o trabalho de recuperação foi feito no ateliê localizado no consistório da Igreja Matriz.
A ação representa mais um importante esforço conjunto entre a Prefeitura de Catas Altas e a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição na valorização do patrimônio histórico e religioso do município.
Moradores, autoridades e empreendedores participaram do encontro para apresentar avanços e debater projetos de uso futuro da área
Na noite dessa quarta-feira (10/9), a Vale realizou reunião pública sobre o Plano Ambiental de Fechamento de Mina (PAFEM) da unidade de Águas Claras, em Nova Lima. O encontro, que reuniu mais de 300 pessoas, contou com a presença de vereadores de Belo Horizonte e Nova Lima, moradores da região, empreendedores e autoridades locais. O objetivo foi apresentar os avanços das obras de fechamento da mina e debater os projetos de uso futuro do espaço, localizado na região da Serra do Curral.
A mesa foi composta pela representante da Feam, Patricia Rocha, e por representantes da Vale. Crédito João Bosco
Durante o evento, representantes da empresa destacaram as soluções usadas para garantir a segurança e a recuperação ambiental da área, como o uso de equipamentos teleoperados e de helicópteros em regiões de difícil acesso. Também foi reforçado o compromisso com o diálogo permanente com a sociedade, lembrando que mais de 10 mil pessoas já participaram de ações de escuta ativa nos últimos anos, além da criação da Casa Uso Futuro, espaço voltado à construção coletiva de ideias para a região, além de esclarecerem dúvidas dos participantes.
“O fechamento da Mina de Águas Claras é conduzido com base em rigor técnico e ambiental. Nosso compromisso é garantir que o processo seja feito com total segurança, respeitando as diretrizes legais e preparando a área para novos usos que beneficiem a sociedade”, destaca Fabiana Cruz, diretora de Minas Paralisadas da Vale,
O processo de fechamento inclui, ainda, o cumprimento do Termo de Compromisso (TC) firmado pela empresa, com o Ministério Público de Minas Gerais, para a descaracterização de todas as barragens remanescentes da Mina de Águas Claras, além daquelas construídas pelo método a montante, que já foram eliminadas.
Entre as propostas em discussão para a ocupação da área estão a ampliação do Parque da Serra do Curral, a instalação de um parque de bicicletas, a criação de um polo agrícola sustentável e a implantação de um hotel-escola de gastronomia. Segundo a empresa, o processo de fechamento da Mina de Águas Claras representa não apenas o fim de um ciclo minerário, mas o início de uma nova etapa de oportunidades, preservação ambiental e desenvolvimento sustentável para a comunidade.
Reunião pública lotou o auditório da Mina de Águas Claras. Crédito Divulgação Vale
“A construção desses projetos mostra que é possível transformar a antiga mina em um espaço de convivência, preservação ambiental e desenvolvimento social, acessível para todos”, afirma Luiz Henrique Medeiros, diretor de Territórios e Uso Futuro da Vale.
A Mina de Águas Claras foi desativada em 2002 e está sob a gestão da Vale desde 2006, após aquisição da MBR. Com área total de 19 milhões de metros quadrados (m²), a unidade abriga 12,25 milhões de m² de áreas verdes protegidas, como a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Mata do Jambreiro, além de reservas e áreas de proteção permanentes pertencentes a biomas como cerrado, campos rupestres e florestas estacionais em diversos estágios de recuperação.