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CSN Mineração abre inscrições para Jovem Aprendiz em três cidades de Minas Gerais

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Empresa do Grupo CSN, a CSN Mineração anunciou, para este início de outubro, a abertura de inscrições para seu Programa Jovem Aprendiz em Minas Gerais. As oportunidades são voltadas a estudantes ou recém-formados no ensino médio que desejam ingressar no mercado de trabalho com formação prática e teórica.

Crédito: João Marcos Rosa/NITRO

As vagas estão distribuídas nas cidades de Congonhas, Itabirito e Conselheiro Lafaiete, com previsão de início em janeiro de 2026 (Itabirito) e fevereiro de 2026 (Congonhas e Lafaiete). A capacitação terá duração de 12 meses.

Cursos de aprendizagem oferecidos:

  • Assistente Administrativo – Conselheiro Lafaiete (manhã)
  • Auxiliar Operador de Equipamentos de Beneficiamento – Congonhas (tarde)
  • Operador Eletromecânico – Congonhas (tarde)
  • Auxiliar Operador de Equipamentos de Mina – Conselheiro Lafaiete (noite)
  • Mecânica Industrial – Itabirito (manhã)

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Setembro Amarelo

Pré-requisitos:

  • Ter entre 17 e 23 anos em 2026
  • Estar cursando ou ter concluído o ensino médio
  • Residir em Congonhas, Conselheiro Lafaiete ou Itabirito

Benefícios oferecidos:

Ver também

Programa de Qualificação abre portas para carreiras na mineração
  • Bolsa-auxílio
  • Assistência médica
  • Seguro de vida
  • Vale-transporte

As inscrições ficam abertas até o dia 10 de outubro, pelo site vagas.com.br/v2760488.

De acordo com a empresa, o programa busca estimular o desenvolvimento humano, social e profissional dos participantes, priorizando a inclusão e a diversidade. Atualmente, a CSN conta com cerca de 30 mil colaboradores em diferentes áreas de atuação, como mineração, siderurgia, logística, cimento e energia.

Fonte: Mais Minas

Vendas do Dia das Crianças devem crescer 1,1% e movimentar R$ 9,96 bi

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As vendas para o Dia das Crianças, no próximo dia 12, devem movimentar R$ 9,96 bilhões no comércio, o que representa alta de 1,1% em relação ao ano passado, quando as compras somaram R$ 9,85 bilhões. Caso a expectativa se confirme, será a melhor data dos últimos 12 anos.

A projeção divulgada nesta quarta-feira (1º) é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Os quase R$ 10 bilhões esperados só ficam atrás de 2014 (R$ 10,5 bilhões). Os valores são reais, isto é, já incluem a inflação do período.  

O Dia das Crianças é a terceira data mais importante para o comércio, ficando apenas atrás do Natal (R$ 72,8 bilhões em 2024) e do Dia das Mães (R$ 14,5 bilhões em 2025).

De acordo com a CNC, a maior fatia das vendas irá para o setor do vestuário e calçados, representando 27% do montante. Veja abaixo a expectativa para cada segmento:

  • Vestuário, calçados e acessórios: R$ 2,71 bilhões
  • Eletroeletrônicos e brinquedos: R$ 2,66 bilhões
  • Farmácias, perfumarias e cosméticos: R$ 2,15 bilhões
  • Móveis e Eletrodomésticos: R$ 1,29 bilhão
  • Hiper e supermercados: R$ 690 milhões
  • Outros segmentos: R$ 45 milhões

Freio dos juros

De acordo com o economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, apesar de as vendas esperadas serem as maiores em mais de dez anos, o aumento de 1,1% na passagem de 2024 para 2025 poderia ser maior, se não fosse o cenário atual de juros altos e inflação.

“A inflação ainda não está onde a gente quer, e os juros, justamente por conta disso, estão também em um patamar que ninguém deseja, um patamar muito elevado. Então, a combinação desses dois fatores explica por que as vendas não vão acelerar este ano, mesmo com o mercado de trabalho tão bom”, avalia.

Bentes explica que o juro elevado faz o crédito ficar mais caro e força o consumidor a fazer escolhas: “Vai parcelar o brinquedo, vai pagar o cartão de crédito? Se os juros estiverem lá em cima, o sujeito tem que colocar o pé no freio naquilo que não é considerado essencial para ele, e isso acaba prejudicando o comércio. O prejuízo acaba sendo maior para o comerciante que vende produtos financiados”, aponta.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central argumenta que mantém a taxa básica de juros, a Taxa Selic, em 15% ao ano, para conter a inflação. A variação de preços somou 5,13% nos 12 meses encerrados em agosto, o que supera o teto da meta, de 4,5%.

Crédito caro e inadimplência

A CNC frisa que o juro alto causa um processo de encarecimento do crédito, o que deixou a taxa média para o consumidor em 57,65% ao ano no último mês de julho, o maior patamar para esse mês desde o ano de 2017, de acordo com dados do Banco Central”.

A confederação acrescenta que o patamar dos jutos também impacta no nível de inadimplência. O percentual de famílias com contas em atraso atingiu 30,4%, o maior patamar da série histórica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), iniciada em 2010.

Para além do Dia das Crianças, a CNC lembra que o comércio no país apresenta quatro meses seguidos de recuo nas vendas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Inflação das crianças

O levantamento da CNC estima que a inflação dos produtos típicos das vendas de Dia das Crianças foi superior ao IPCA, com alta de 8,5%, em média, em relação à data em 2024.

Dos 11 itens assinalados, quatro têm inflação esperada no campo de dois dígitos:

  • Chocolates: 24,7%
  • Doces: 13,9%
  • Lanche: 10,9%
  • Cinema, teatro e concertos: 10,3%

Fábio Bentes explica que essa inflação já está consolidada, ou seja, foi formada ao longo dos últimos 11 meses. Sobre o chocolate, ele aponta que o aumento no preço é relacionado a questões internacionais.

“O chocolate tem na produção uma commodity [matérias-primas negociadas com cotações internacionais], o cacau. Então, sempre que a gente tem algum choque no preço de uma commodity dessas, a gente acaba tendo uma repercussão no preço aqui do mercado interno”, aponta. “Existem dezenas, talvez centenas ou milhares de marcas desse produto, vale a boa e velha pesquisa de preço”, sugere Bentes.

Já itens considerados carros-chefe das vendas, como brinquedos (4,1%) e roupas infantis (3,3%) terão inflação menor que o índice geral, segundo estimativa da CNC.

 

Belém (PA), 06/06/2025 - Semente de cacau da fábrica de chocolate Filha do Combu, a casa do chocolate da Dona Nena (Izete Costa), na Ilha do Combu, região metropolitana de Belém. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Belém (PA), 06/06/2025 - Semente de cacau da fábrica de chocolate Filha do Combu, a casa do chocolate da Dona Nena (Izete Costa), na Ilha do Combu, região metropolitana de Belém. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Semente de cacau da fábrica de chocolate Filha do Combu, na região metropolitana de Belém. Tânia Rêgo/Agência Brasil

a atuação social do projeto, para encher o prato de quem precisa

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“Não posso achar normal um ser humano passar fome enquanto estou falando de comida todos os dias, sentando em bares e comendo os melhores pratos”. A frase é de Renata Urbano, de 38 anos, uma das mentes por trás do
Oncêvai
, perfil que compila vivências gastronômicas em Belo Horizonte e outros lugares do Brasil e mundo, e divulga agenda cultural gratuita da capital mineira.
Além disso, na última semana, completou 100 colunas publicadas na
Itatiaia.

Porém, mais que isso. O projeto promove e apoia várias ações sociais desde que foi criado, sendo esse um dos motores do projeto. Renata e seu companheiro de Oncêvai e vida, Bernardo Cançado, 38 anos, contam, inclusive, que a atuação social foi um dos motores do primeiro boom do portal.

Criado em 2016, o Oncêvai passou por um momento de incertezas no início da pandemia de Covid-19, em 2020. Bernardo, ao tomar ciência da necessidade de isolamento social, se preocupou com o futuro do projeto, que tem como pilar a vivência nas ruas, bares e em comunidade.

Renata relatou que viu muitos donos de estabelecimentos desesperados, temendo falência, e isso os motivou a lançar o projeto “Apoie o Local”, que consistia em divulgar, diariamente, todo e qualquer pequeno empreendimento da Grande BH, ainda que ambos tivessem suas rotinas profissionais no mercado de trabalho formal.

“Restaurantes e bares que foram para o delivery, produtos artesanais, conteúdo nichado em datas especiais, sempre incentivando a compra dos pequenos produtores ao invés do e-commerce. É essa galera que precisava disso para sobreviver. Isso era diário. De domingo a domingo. Quando a flexibilização foi garantida, fizemos um levantamento e mais de 1300 pequenos empreendedores foram impactados”, explicou Cançado.

Leia também:

Aparição na TV e “Recebidos do Bem”

O sucesso do “Apoie o Local” foi tão grande que o Oncêvai foi convidado para uma participação no programa Mais Você, apresentado por Ana Maria Braga, na Rede Globo. A visibilidade fez com que as redes sociais do projeto crescessem exponencialmente.

E a ação social gerou ainda mais frutos. Gratos pelo apoio nos momentos de dificuldade, os pequenos comerciantes ajudados passaram a enviar muitos produtos para o casal, algo extremamente acima do que eram capazes de receber. Segundo Renata, nem os vizinhos, para quem davam parte dos recebidos, estavam conseguindo lidar com tanta coisa. Então surgiu outra ideia: o “Recebidos do Bem”.

“Chegávamos aos comerciantes que queriam nos mandar produtos e perguntávamos qual a capacidade que tinham para doação. Em seguida, apresentávamos instituições de caridade e pedíamos para mandarem para lá em nosso nome e no deles”, contou Bernardo.

Numa das primeiras ações, conseguiram diversos doces para profissionais da linha de frente contra a Covid da Santa Casa de BH no período da Páscoa. A continuidade do projeto foi um sucesso, com várias instituições apoiadas.

E esse trabalho social rendeu homenagens que enchem o casal Oncêvai de orgulho. No Bar do Antônio “Pé de Cana”, onde a entrevista foi realizada, o “Torresmo do Betão” passou a se chamar “Torresmo Oncêvai”, pela gratidão ao trabalho feito no período. E não parou por aí. Em diversos estabelecimentos, pratos favoritos do casal ganharam o nome do canal.

“Quer homenagem mais bonita? O nome do projeto numa obra de arte dessas?”, celebrou Renata.

‘Comida que Abraça’

Outro projeto social com participação do Oncêvai é o “
Comida que Abraça
”, surgido após a falência de um restaurante durante a pandemia. A idealizadora do projeto, Renata Camargo, decidiu que iria utilizar os insumos que sobraram quando seu negócio fechou para fazer marmitas e distribuí-las à população de rua em BH, que aumentou muito no período de isolamento social.

Ao tocar no assunto, Bernardo levantou outra discussão: o desperdício de comida nas publicidades de páginas de sugestões gastronômicas no Instagram.

“Muitos criadores de conteúdo de gastronomia trabalham com mesas enormes postas, com praticamente todos os pratos servidos naquele restaurante. Estão lá na sua melhor apresentação. Ele vai lá e morde um, morde outro e todo aquele resto vai para onde? O que é feito daquilo? É um baita incentivo ao desperdício em um país que, menos que antes, mas, que ainda tem tanta gente que passa fome. É um escárnio, um absurdo. Não é um modelo nosso, autoral do Brasil”, afirmou ele.

“A gente trabalha com comida farta, não com desperdício”, completou Renata.

Reprodução/Twitter/Oncêvai

Ôncevai em distribuição de marmitas para pessoas em situação de rua junto do projeto Comida que Abraça

Cançado ressalta que o Oncêvai busca fazer esse tipo de provocação. “Aqui você procura ajuda para decidir o que vai comer, mas já pensou em quem não tem nada?”.

Urbano conta que a partir disso busca fazer ações sociais, como almoços beneficentes nos aniversários do Oncêvai, com menu completo, e o valor dos ingressos é destinado ao Comida que Abraça. Outra ação costumeira é a distribuição de marmitas de KAOL junto do Café Palhares no Aniversário de Belo Horizonte.

“Com o Oncêvai a gente pode dar luz e ajudar de fato, com dinheiro, indo além da divulgação”, explicou.

O “Comida que Abraça” faz 200 marmitas por dia, de domingo a domingo. Por isso, o Oncêvai reforça a importância de doações, não só em datas comemorativas, mas com constância.

“A gente mobiliza para fazer acontecer. Ela tem parceiros fixos, porém não recebe recurso em dinheiro do governo”, finalizou Renata.

Nova plataforma chega ao pré-sal e pode aumentar produção em 20%

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O navio-plataforma P-78, da Petrobras, chegou nesta terça-feira (30) ao Campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Campos, a 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. A informação foi divulgada pela estatal.

A estrutura havia partido de Singapura, no Sudeste Asiático, no dia 13 de julho. O navio-plataforma é do modelo FPSO (Floating Production Storage and Offloading, em português, Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência), com capacidade de produção de 180 mil barris de óleo, além de comprimir 7,2 milhões de metros cúbicos (m³) de gás diários.

A P-78 será a sétima plataforma a produzir petróleo no Campo de Búzios, que, segundo a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, “superou a produção diária de 900 mil barris de petróleo”. Dessa forma, o novo FPSO poderá aumentar em até 20% a produção diária.

Além da P-78, operam em Búzios as plataformas P-74, P-75, P-76, P-77, Almirante Barroso e Almirante Tamandaré.

Transporte com tripulação

Brasília (DF), 14/07/2025 - Plataforma da Petrobras que reforçará o pré-sal deixa Singapura.
Foto: Petrobras/Divulgação
Brasília (DF), 14/07/2025 - Plataforma da Petrobras que reforçará o pré-sal deixa Singapura.
Foto: Petrobras/Divulgação
Plataforma da Petrobras que reforçará o pré-sal deixou Singapura em14 de julho – Petrobras/Divulgação

Para antecipar o início da operação, o transporte da P-78 desde a Ásia contou com a tripulação brasileira já embarcada, o que adiantou procedimentos e treinamento da equipe. Isso permite antecipar o começo da produção em cerca de duas semanas.

A última vez que a Petrobras adotou a prática de transportar a tripulação foi em 1999.

Os próximos passos pré-operação são o serviço de ancoragem e de interligação da plataforma com os poços de petróleo, o que deve levar aproximadamente dois meses.

O casco da P-78 foi construído em estaleiros nas cidades Yantai e Hayang, na China, e em Ulsan, na Coreia do Sul. Os blocos foram integrados na Coreia do Sul, antes de seguir para Singapura, onde houve a montagem dos módulos, incluindo um construído no estaleiro da Seatrium (antigo Brasfels), em Angra dos Reis, litoral fluminense.

Pré-sal

De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão regulador do setor, a produção do pré-sal corresponde a cerca de 80% do total de petróleo e gás produzido no Brasil.

Descoberto em 2006, o pré-sal contribuiu para a soberania energética do Brasil, possibilitando que o país se mantivesse sem necessidade de importar óleo. Além da alta produtividade, os poços armazenam um óleo leve, considerado de excelente qualidade e com alto valor comercial.

 O início da produção foi no campo de Jubarte, localizado na Bacia de Campos, litoral do Sudeste, em 2008. Ao lado da Bacia de Santos, é ali que se encontram os reservatórios, perfurados a uma profundidade de 5 mil a 7 mil metros.

Batata, ovos e verduras reduzem pressão inflacionária em agosto em SP

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A queda dos preços dos tubérculos, ovos e verduras reduziu a pressão sobre a inflação de agosto no estado de São Paulo, segundo a pesquisa da Associação Paulista de Supermercados (APAS), feita juntamente com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).

Os três gêneros alimentícios foram os responsáveis pela deflação de 1,43% no mês passado, acumulando uma queda de 4,42% nos últimos 12 meses.

“Com a boa safra e mais variedade nas gôndolas, conseguimos perceber que os produtos in natura deram um alívio importante no bolso do Consumidor”, avaliou Acácio Maciel, diretor regional da APAS em Campinas.

No caso dos tubérculos, a retração foi de 6,98% em agosto, o que resultou na somatória de uma queda de 13,83% no acumulado de 2025 e de 37,53% em 12 meses. A batata retrocedeu 5,49% no mês.

A justificativa para os preços é o cenário de abundância na oferta dos produtos, com preços menores em razão das colheitas e condições climáticas apropriadas.

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A cebola registrou uma queda de 11,11%, um dos destaques do mês. Já os ovos caíram 3,6% em agosto, quinto mês consecutivo de queda. Mas ainda acumulam alta de 11,83% no ano e de 17,01% em 12 meses. A explicação é que os custos altos de ração e energia seguem pressionando o setor.

Por fim, as verduras tiveram queda de 5,82% em agosto, permanecendo praticamente estáveis no acumulado do ano (0,18%) e em 12 meses (1,42%).