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Prefeituras mineiras se unem à AMIG e à ANM no combate à sonegação fiscal na mineração

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Nos últimos anos, a fiscalização do setor de mineração tem sofrido com o sucateamento e a falta de profissionais em vários estados brasileiros. Em Minas Gerais, as prefeituras se juntaram à Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais e do Brasil (AMIG) e à Agência Nacional de Mineração (ANM) para minimizar a sonegação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) por parte de algumas mineradoras.

Na primeira semana deste mês, um grupo de servidores públicos mineiros concluiu a capacitação promovida pela ANM e AMIG, em Belo Horizonte, para a fiscalização da CFEM, royalty que as mineradoras devem pagar pela exploração dos recursos minerais aos municípios, estados e à União.

De acordo com José Fernando Aparecido de Oliveira, presidente da AMIG e prefeito de Conceição do Mato Dentro (MG), não se trata apenas de fiscalizar as atividades minerárias das empresas do setor, inclusive com vistas ao correto recolhimento da CFEM, mas de destravar a mineração no país. “A legislação dos royalties da mineração (Lei nº 13.540/2017) impôs o recolhimento de 15% da CFEM para municípios impactados pela atividade, mas esses municípios estão esperando o pagamento até hoje. O treinamento  é um marco importantíssimo para o setor, pois prevê que os fiscais municipais passem a atuar simultaneamente com a fiscalização da ANM”, ressalta.

Segundo o presidente da AMIG, “o acordo tem por objetivo evitar a divergência existente entre os valores de produção da CFEM e valores declarados e, principalmente, combater a sonegação fiscal”. A entidade estima que o valor arrecadado com a CFEM triplique depois da implantação dessas ações.

Fiscalização conjunta

O acordo firmado entre AMIG e ANM, em de junho de 2021, sela um trabalho institucional realizado frente aos órgãos federais. “Foram muitas reuniões, discussões, pareceres para mostrar que o caminho mais coerente seria incluir os municípios no trabalho de fiscalização, pois são eles que ficam com os impactos ambientais e sociais”, avalia José Fernando.

A AMIG defende que as cidades mineradoras e as afetadas pela mineração precisam participar, saber exatamente como está sendo desenvolvido o trabalho das empresas. “São elas as mais interessadas nos resultados da fiscalização. Mas, apesar disso, sempre ficaram relegadas a  apenas receber a compensação sem poder opinar, sem discussão, sem diálogo e sem participação junto às empresas e à União. Agora podem fazer parte do processo. Esse é apenas o início. Nós ainda vamos crescer muito nesse processo, inclusive com a fiscalização geológica no futuro”, informa Waldir Salvador, consultor de relações institucionais e econômicas da AMIG.

Ele pontua que “toda prefeitura tem secretaria de fazenda, tem fiscal e a fiscalização agora será feita in loco, olho no olho”. “Podemos recolher documentos, fazer estudos e análises junto a ANM”, afirma o executivo da AMIG.  “Poderemos comparar o que se declara de CFEM com o que se declara de ICMS e Imposto de Renda. Vamos poder trocar figurinha com a Receita Federal. Isso é um avanço”, celebra. “E cai um tabu de que o município não tinha nem direito de conversar sobre o assunto”, enfatiza.

Sobre a AMIG

A AMIG é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 1989, a entidade tem como objetivo representar, junto aos poderes públicos, as cidades que desenvolvem atividade mineral, assim como também àquelas que são impactadas pela atividade minerária. Entre suas missões está a defesa dos interesses e direitos dos municípios mineradores na ascensão do desenvolvimento sustentável, com a geração de investimentos para a melhoria da qualidade de vida e na conquista por recursos para infraestrutura, saúde, educação e preservação do meio ambiente.

Servidores recebem certificados de conclusão do curso de Libras

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A cerimônia aconteceu na manhã desta terça-feira (21), no auditório da Prefeitura, e contou com a presença de 15 servidores que participaram do curso

A manhã desta terça-feira (21) foi especial para 15 servidores municipais que concluíram o curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras). Iniciada em setembro deste ano, a capacitação foi promovida pela Secretaria Municipal de Administração (SMA), por meio da Superintendência de Recursos Humanos do Município (SRH)/ Diretoria de Desenvolvimento de Recursos Humanos (DDRH).

A entrega dos certificados aconteceu no auditório da Prefeitura e contou com a presença da superintendente de Recursos Humanos, Marina Martins da Costa, e da responsável pelo DDRH, Carlina Cassiane Costa Rodrigues. Ministrado pela professora da rede municipal de ensino, Simone Silva, com o objetivo de facilitar a vivência de pessoas surdas em situações comuns do dia a dia, o curso foi dividido em dez aulas (20h/ aula) e faz parte do Programa de Instrutoria Interna da Prefeitura de Itabira, no qual servidores são preparados para capacitar outros servidores.

A capacitação em Libras dos servidores é uma determinação prevista na Lei Municipal nº 4.955/2017 e faz parte das políticas de desenvolvimento e valorização dos servidores municipais. Carlina Rodrigues explicou que os servidores habilitados nesta turma atuam nas diversas secretarias municipais (Educação; Desenvolvimento Urbano; Fazenda; Administração; Saúde e Obras, Transporte e Trânsito/ Transita) e trabalham diretamente com o atendimento ao público externo e/ou possuem contato com usuários do serviço público que possuem deficiência auditiva.

“Com esta capacitação do servidor, a população estará melhor assistida, pois poderá contar com esse profissional que conseguirá se comunicar e atendê-la de forma inclusiva. Este ano, ainda devido às restrições da pandemia, foi possível capacitar apenas uma turma e com número reduzido de participantes. Mas, já está planejado para o ano que vem a formação de novas turmas”, disse a diretora de DRH.

Em tempo

Em 2002, a Libras foi legalmente reconhecida e aceita como segunda língua oficial brasileira, por meio da Lei Federal nº 10.436. Já em 2005, com o Decreto Federal nº 5.626, a Libras foi regulamentada como disciplina curricular. Em Itabira, a Lei Municipal nº 4.955/2017, reconhece oficialmente a língua de sinais como meio de comunicação efetiva e de uso recorrente no município, estabelecendo ainda, recursos nos orçamentos anuais e plurianuais que possibilitem capacitar professores, servidores e empregados públicos para o uso e a difusão da Libras.

Itabira reduz dose de reforço da Pfizer para 4 meses e convoca para segunda dose da Janssen

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Imunização contra a Covid-19 segue no município

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que foi antecipada a imunização contra a Covid-19 com a dose de reforço da Pfizer, para maiores de 18 anos, que tenham tomado a segunda dose há quatro meses. Anteriormente, o prazo para vacinação era de cinco meses.

Nesta semana, nos dias 22 e 23, continua em Itabira a vacinação destinada àqueles que ainda não tomaram nenhuma dose e para pessoas imunizadas com a primeira dose até o dia 29 de novembro. A imunização acontece no drive-thru da Prefeitura, no horário de 8h30 às 15h30.

Acontece ainda a imunização com a segunda dose da Janssen de acordo com o calendário abaixo:

– Dia 22 (quarta-feira), para vacinados até o dia 10/07

– Dia 23 (quinta-feira), para vacinados até o dia 17/07

A vacinação com a Janssen acontece apenas no drive-thru da Funcesi, no horário de 8h30 às 15h30.

A aplicação da Janssen só não pode ser feita em grávidas e puérperas, que tomaram o imunizante antes da gravidez. Nesses casos elas devem tomar a dose de reforço da Pfizer.

Para receber a imunização, a pessoa não pode ter apresentado sintomas de Covid-19 nos últimos 30 dias. Ainda, é necessário apresentar o cartão de vacina, um documento com foto e comprovante de endereço. Caso não seja possível comparecer ao drive-thru, basta entrar em contato com a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência para agendar a imunização.

A SMS ainda ressalta que a população deve ficar atenta ao calendário de vacinação uma vez que a imunização completa de todos é necessária para o controle da pandemia da Covid-19.

Quase 2 mil carteiras de identidade foram feitas durante os mutirões em Itabira em Barão de Cocais

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Com muito diálogo, escutando o pedido dos moradores da região, trabalhei para unir esforços e agilizar o serviço. Com a parceria da Polícia Civil, da Câmara de Itabira e da Prefeitura de Barão, milhares de pessoas foram atendidas.

A identidade não é simplesmente um documento de identificação, é um passaporte para que o cidadão tenha acesso a outros serviços públicos: emissão de CPF, cadastro em ações sociais, passe livre no ônibus. É um direito de todos.