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onde assistir, horário e escalações

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Confira onde assistir, horário e prováveis escalações de Barracas Central (ARG) x Vasco; duelo é válido pela 1ª rodada da Copa Sul-Americana

Barracas Central e Vasco da Gama se enfrentam pela primeira rodada da Copa Sul-Americana. – (Imagem: Olhar Digital)

Nesta terça-feira (7), Barracas Central (ARG) e Vasco se enfrentam em duelo válido pela 1ª rodada da Copa Sul-Americana 2026. A bola rola para a partida às 19h (horário de Brasília) no Estádio Florencio Sola em Buenos Aires, na Argentina.

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  • Competição: Copa Sul-Americana
  • Rodada: 1ª
  • Data: 07/04 (terça-feira)
  • Horário: 19h (horário de Brasília)
  • Local: Estádio Florencio Sola em Buenos Aires, na Argentina.

Onde assistir ao Barracas Central (ARG) x Vasco pela Copa Sul-Americana 2026?

O jogo entre Barracas Central (ARG) e Vasco terá transmissão ao vivo da Paramount+ (streaming).

Prováveis escalações e arbitragem:

  • Barracas Central: Marcelo Miño, Nicolás Capraro, Fernando Tobio, Nicolás Demartini, Damián Martínez, Gonzalo Maroni, Dardo Miloc, Iván Tapia, Rodrigo Insúa, Facundo Bruera, Lucas Gamba.
    • Técnico: Ruben Dario Insua.
  • Vasco: Daniel Fuzato, Pumita Rodríguez, Lucas Freitas, Carlos Cuesta, Riquelme Avellar, JP, Hugo Moura, Adson, Matheus França, Nuno Moreira, Claudio Spinelli.
    • Técnico: Renato Gaúcho.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Carlos Andrés Betancur (COL).
    • Assistentes: Alexander Guzman (COL) e Jhon Gallego (COL).
    • VAR: Leonard Mosquera (COL).

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Barracas Central (ARG) e Vasco na atual temporada:

O Barracas Central chega ao confronto com um bom retrospecto recente; são duas vitórias em quatro partidas. A equipe ocupa a nona colocação do Grupo B do Campeonato Argentino.

O Vasco da Gama também chega à partida com um retrospecto positivo. Nos últimos seis jogos, a equipe cruz-maltina venceu três partidas e ocupa a décima segunda colocação do Brasileirão 2026.


O grupo das equipes é o Grupo G na Copa Sul-Americana, que ainda conta com Olimpia e Audax Italiano.

Enzo Monteiro

Enzo Monteiro

Enzo Monteiro é estudante de Jornalismo e atua como redator no Olhar Digital. Tem grande interesse por astronomia, esportes e ciência, além de temas culturais como cinema e música.

Layse Ventura

Layse Ventura

Layse Ventura é editora de SEO no Olhar Digital e mestre pela UFSC. Veterana com 14 anos na comunicação, liderou estratégias de audiência para grandes players do mercado nacional e regional.


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Olhar Digital

Oxfam estima em US$ 3,55 tri riqueza escondida em paraísos fiscais

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A quantidade de riqueza não tributada escondida no exterior, em paraísos fiscais, pelo 0,1% mais rico supera toda a riqueza da metade mais pobre da humanidade, que corresponde a 4,1 bilhões de pessoas. A conclusão é da Oxfam, a partir de análise realizada no contexto dos dez anos do escândalo conhecido como Panama Papers, em 31 de março deste ano.

À época, o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, sigla em inglês) fez uma investigação sobre a indústria de empresas offshore. Esse tipo de empresa pode ser usada para esconder dinheiro e dificultar o rastreamento de seus verdadeiros donos. Milhões de documentos vazados foram esmiuçados por mais de 370 jornalistas de 76 países.

A Oxfam estima que US$ 3,55 trilhões em riqueza não tributada foram escondidos em paraísos fiscais e contas não declaradas em 2024. “Esse valor supera o PIB [Produto Interno Bruto] da França e é mais que o dobro do PIB combinado dos 44 países menos desenvolvidos do mundo”, divulgou a organização.

Desse total estimado, o 0,1% mais rico detém aproximadamente 80% de toda a riqueza offshore não tributada, o que equivale a cerca de US$ 2,84 trilhões. Uma década depois do escândalo, os super-ricos continuam a usar estruturas offshore para sonegar impostos e ocultar ativos.

“Os Panama Papers levantaram o véu sobre um mundo sombrio onde os mais ricos movimentam silenciosamente fortunas imensas para além do alcance dos impostos e da fiscalização. Dez anos depois, os super-ricos continuam escondendo verdadeiros oceanos de riqueza em cofres offshore”, diz, em nota, o coordenador de Tributação da Oxfam Internacional, Christian Hallum.

Segundo a organização, há urgente necessidade de uma ação internacional coordenada para tributar a riqueza extrema e acabar com o uso de paraísos fiscais. Hallum ressalta que a situação envolve poder e impunidade. “Quando milionários e bilionários escondem trilhões de dólares em paraísos fiscais offshore, eles se colocam acima das obrigações que regem o resto da sociedade.”

“As consequências são tão previsíveis quanto devastadoras: vemos nossos hospitais públicos e escolas privados de recursos, nosso tecido social dilacerado pela crescente desigualdade e as pessoas comuns forçadas a arcar com os custos de um sistema projetado para enriquecer um pequeno grupo”, acrescenta a organização.

A Oxfam menciona que, embora tenham sido feitos progressos na redução da riqueza offshore não tributada, ela segue persistentemente alta, em aproximadamente 3,2% do PIB global.

No entanto, esse progresso também continua desigual entre os países. “A maioria dos países do Sul Global está excluída do sistema de Troca Automática de Informações (AEOI, na sigla em inglês), apesar da necessidade urgente de receita tributária”, destaca a Oxfam, acrescentando que pesquisadores atribuem ao AEOI a redução da parcela não tributada da riqueza offshore nos últimos anos.

“O que os Panama Papers revelaram há dez anos continua atual no Brasil: há uma arquitetura global que protege grandes fortunas enquanto a maioria da população paga proporcionalmente mais impostos. Justiça fiscal passa necessariamente por tributar os super-ricos”, defende, em nota, a diretora executiva da Oxfam Brasil, Viviana Santiago.

Comissões da Câmara de São Gonçalo do Rio Abaixo emitem pareceres favoráveis a seis projetos

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A Câmara Municipal de São Gonçalo do Rio Abaixo realizou na tarde desta terça-feira (24), a quarta reunião conjunta de comissões permanentes deste ano. As proposições foram analisadas em sessão presidida pelo vereador Marcos Antônio Bicalho “Kito”, e relatoria do vereador Gladston Marcelo de Castro.

Os projetos devem ser levados para votação em reunião extraordinária ainda neste mês

As comissões de administração pública; finanças, orçamento e tomada de contas; e legislação, justiça eredação, foram responsáveis pelas análises. Após discussão, seis projetos receberam pareceres favoráveis de modo unânime.

Projetos que receberam pareceres favoráveis

Projeto de lei complementar nº 03/2026, que altera o caput do art. 58 da Lei Complementar n.º 2.253, de 16 de fevereiro de 2023 – Estatuto e Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos dos Guardas Civis Municipais de São Gonçalo do Rio Abaixo/MG, de autoria do Executivo Municipal.

O projeto aumenta de 15% para 30% o adicional de periculosidade dos guardas civis municipais, com efeitos retroativos a 1º de março de 2026. O impacto estimado é de R$ 13.466,84 por mês e R$ 192.575,74 por ano, referente a 30 servidores, sem ultrapassar os limites legais de despesa com pessoal.

  • Projeto de Lei nº 06/2026, que autoriza o Legislativo Municipal abrir crédito especial ao orçamento em vigor e dá outras providências, de autoria do Executivo Municipal.

O projeto autoriza a abertura de créditos especiais no orçamento da Câmara para viabilizar o pagamento de despesas de exercícios anteriores, além de indenizações e restituições, com adequação técnica e contábil sem aumento global da despesa do Legislativo.

  • Projeto de Lei n.º 08/2026 que dispõe sobre a revisão geral anual dos agentes políticos municipais e sobre o reajuste dos vencimentos dos servidores públicos municipais que especifica e dá outras providências, de autoria do Executivo Municipal.

O projeto concede revisão geral anual de 3,36% e reajuste complementar de 2,64% aos servidores públicos municipais, totalizando 6% de aumento, enquanto os agentes políticos terão 3,36% de revisão. O impacto estimado em 2026 é de R$ 7.792.915,50, mantendo a despesa com pessoal dentro do limite legal.

  • Projeto de Lei n.º 09/2026 que, altera a redação do artigo 2º da Lei Municipal nº 821, de 16 de abril de 2010, que dispõe sobre a concessão de Cartão de Crédito Magnético Personalizado (Cartão Alimentação) e dá outras providências, de autoria do Executivo Municipal.

O projeto atualiza o valor do cartão-alimentação dos servidores públicos do Executivo Municipal para R$ 636,00, com reajuste de 6% (R$ 36,00) sobre o valor anterior de R$ 600,00. A medida alcança 1.338 servidores e gera impacto estimado de R$ 48.168,00 por mês e R$ 578.016,00 por ano, com efeitos retroativos a 1º de março de 2026.

  • Projeto de Lei n.º 06/2026 que, dispõe sobre a concessão, em caráter geral anual, da revisão de vencimentos dos servidores públicos municipais e de subsídios dos Agentes Políticos do Poder Legislativo do Município de São Gonçalo do Rio Abaixo e dá outras providências, de autoria da Mesa Diretora.

O projeto concede aos servidores do Legislativo revisão geral anual de 3,81% e reajuste de 2,19%, totalizando 6% sobre os vencimentos, enquanto os subsídios dos vereadores terão revisão de 4,26%. Os efeitos da revisão retroagem a 1º de março de 2026.

  • Projeto de Lei n.º 07/2026 que, altera o valor do vale alimentação concedido a todos os servidores da Câmara Municipal de são Gonçalo do Rio Abaixo e consequente alteração do art. 2º da lei n.º 1.002/2013, de autoria da Mesa Diretora.

O projeto altera o valor mensal do vale-alimentação dos servidores da Câmara para R$ 940,00, com atualização anual pelo IPCA a cada 12 meses, considerando como data-base 1º de fevereiro de 2026. A proposta produz efeitos a partir de 1° de fevereiro de 2026.

Os projetos devem ser levados para votação em reunião extraordinária ainda neste mês.

Durigan assume Fazenda sob pressão fiscal e herda desafios de Haddad

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Há dez dias no cargo, o novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, assumiu o comando da equipe econômica em meio a um cenário de forte pressão sobre as contas públicas.

Segundo especialistas ouvidos pela Agência Brasil, ele assume o comando da área econômica combinando desafios fiscais estruturais herdados da gestão de Fernando Haddad com demandas emergenciais típicas de um ano eleitoral.

Logo nos primeiros dias à frente da pasta, Durigan anunciou um bloqueio de R$ 1,6 bilhão no Orçamento de 2026, valor considerado modesto por analistas diante da necessidade de cumprir o arcabouço fiscal.

O bloqueio foi necessário para acomodar o avanço de despesas obrigatórias dentro do limite de crescimento real de gastos, fixado em até 2,5% acima da inflação. Oficialmente, a equipe econômica projeta um superávit primário de apenas R$ 3,5 bilhões. No entanto, ao incluir precatórios e gastos fora do arcabouço fiscal, o próprio governo prevê déficit primário de R$ 59,8 bilhões.

Pressão por gastos

Ao mesmo tempo em que anuncia o bloqueio de gastos, o ministro articula medidas de impacto imediato, como a criação de um subsídio ao diesel importado e um pacote ainda em elaboração para reduzir a inadimplência das famílias.

Entre as primeiras iniciativas, Durigan confirmou a edição de uma medida provisória que prevê subsídio de R$ 1,20 por litro para o diesel importado, com custo estimado de R$ 3 bilhões, dividido entre União e estados.

Originalmente prevista para a semana passada, a medida provisória (MP) de subvenção ao diesel sai nesta semana porque o ministro esperava o presidente Luiz Inácio Lula da Silva retornar das recentes viagens pelo Brasil. O governo busca segurar a alta dos combustíveis em meio à elevação dos preços internacionais do petróleo.

Inadimplência

O novo ministro também trabalha na formulação de políticas para enfrentar o avanço da inadimplência, que já compromete mais de 27% da renda mensal das famílias brasileiras, segundo dados recentes do Banco Central.

Em tese, o pacote não gerará custo para as contas públicas se envolver apenas medidas de renegociação de crédito, mas pode criar despesas caso o governo decida ampliar os subsídios ao crédito.

Taxa das blusinhas

Outra medida que pode pressionar os gastos do governo seria uma possível redução, durante a campanha eleitoral, da taxa das blusinhas, como ficou conhecida a alíquota em 20% de compras do exterior de até US$ 50.

No ano passado, o governo arrecadou R$ 5 bilhões com o tributo, ajudando a cumprir a meta fiscal – ao desconsiderar os precatórios.

Imposto de Renda

Paralelamente, o novo ministro da Fazenda propôs mudanças estruturais, como a automatização da declaração do Imposto de Renda, numa tentativa de simplificar o sistema tributário.

Essa medida, no entanto, não diminui as receitas do governo, porque envolve apenas a redução da burocracia e a evolução da atual declaração prepreenchida do Imposto de Renda.

Desafios de credibilidade

Os desafios enfrentados por Durigan refletem, em grande medida, limitações já observadas na gestão anterior. Para a doutora em Economia Virene Matesco, professora da Fundação Getulio Vargas (FGV), o principal problema está na dificuldade que o governo tem de cumprir as próprias metas fiscais.

“O governo atual não consegue cumprir as metas que ele mesmo estabeleceu no arcabouço”, afirmou, ao analisar o desempenho recente das contas públicas.

Segundo Matesco, a fragilidade do arcabouço fiscal e o crescimento da dívida pública, que saltou para 78,7% do PIB, comprometem a confiança na política econômica e limitam a capacidade de ação do ministro.

Ela também aponta que o avanço dos gastos obrigatórios e a rigidez orçamentária reduzem o espaço para investimentos, criando um cenário de baixo crescimento. “Existe uma crise de credibilidade fiscal”, alertou, destacando que o país enfrenta um desequilíbrio entre despesas com juros e investimentos públicos.

Baixo crescimento

Já o economista André Nassif, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), avalia que parte das dificuldades atuais decorre de metas fiscais excessivamente ambiciosas definidas no início da gestão Haddad.

Originalmente, o governo tinha estabelecido meta de déficit zero em 2024 e superávit primário de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 e de 1% do PIB em 2026, também com a margem de tolerância de 0,25 ponto percentual. O resultado primário representa o déficit ou superávit nas contas do governo sem os juros da dívida pública.

Na LDO de 2025, o governo prolongou a meta de déficit zero para 2025 e reduziu para 0,25% do PIB a meta de superávit para 2026 . Na época, a mudança das metas gerou mal-estar no marcado financeiro.

“O mercado entenderia se o governo estabelecesse meta de pequeno déficit em 2025, zerando o resultado primário em 2026. O importante era que houvesse um compromisso em reduzir o rombo”, afirmou.

Pouco investimento

Para Nassif, o aperto fiscal acabou limitando investimentos públicos, que seguem em patamar baixo, cerca de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB), insuficiente para sustentar um crescimento econômico mais robusto.

Ele também ressalta que o país segue preso a um ciclo de crescimento irregular. “O país não está entregando crescimento econômico. Continuamos no ‘stop and go’”, disse.

Segundo o professor, com medidas emergenciais já em andamento e margem fiscal estreita, o novo ministro terá como principal desafio reconstruir a credibilidade das contas públicas sem comprometer o crescimento econômico. A equação permanece em aberto desde a gestão anterior.

Vale + Comunidade em Itabira apresenta o Projeto Rio Tanque

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Em homenagem ao Dia Internacional da Água, evento gratuito reúne programação cultural, oficinas e experiência imersiva sobre a iniciativa que vai ampliar o abastecimento de água no município

A Vale realiza, nos dias 27 e 28 de março, em Itabira, uma edição especial do Vale + Comunidade na Praça em alusão ao Dia Internacional da Água, celebrado em 22 de março. O evento gratuito será na Praça Dr. Acrísio Alvarenga (Praça Redonda) e contará com apresentação da Orquestra de Ouro Preto, atrações culturais, oficinas, feira de empreendedores locais e uma experiência imersiva dedicada ao Projeto Rio Tanque, voltado à ampliação do abastecimento de água na cidade.

Uma nova edição do Vale+Comunidade chega a Itabira neste final de semana com uma programação especial Crédito: Divulgação Vale

A programação ocorre na sexta-feira (27), das 16h às 22h, e no sábado (28), das 9h às 13h e das 16h às 22h, com atividades para todas as faixas etárias. A iniciativa busca aproximar a comunidade de temas relacionados à sustentabilidade e à segurança hídrica.

Entre os destaques está o espaço imersivo do Projeto Rio Tanque, com salas quepromovem uma reflexão sobre a importância dos recursos naturais. “O Vale + Comunidade na Praça cria um espaço de diálogo, cultura e lazer para os itabiranos. Nesta edição, as pessoas poderão conhecer de perto projetos, como o Rio Tanque, que contribuirão para a qualidade de vida e o desenvolvimento sustentável do município”, destaca Diogo Monteiro, diretor de Operações do Complexo Itabira.

As obras do Rio Tanque estão no segundo ano e abrangem a implantação de um novo sistema de captação e tratamento de água, com capacidade de até 600 litros por segundo, acima da demanda atual do município, estimada em cerca de 400 litros por segundo. A estrutura inclui uma adutora de 25 quilômetros, estações elevatórias e uma nova Estação de Tratamento de Água (ETA), que será operada pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Itabira após a conclusão.

O Projeto Rio Tanque está inserido em acordo firmado com o Ministério Público de Minas Gerais, o município e o SAAE, com acompanhamento de auditoria independente. Além do impacto na infraestrutura, a iniciativa contribui para o desenvolvimento local, com geração de empregos e atração de novos investimentos na região.

Atrações
A programação cultural inclui oficinas, apresentações musicais e atividades educativas. Entre elas, estão as oficinas “Sons da natureza”, conduzidas pela Orquestra de Ouro Preto, além de shows com artistas locais, como Yago Rios, e aulas de forró.

O evento conta ainda com a feira Vale + Comunidade, voltada à valorização de empreendedores locais, além de espaços recreativos e distribuição de brindes. A ação integra as iniciativas da Vale para ampliar o diálogo com a comunidade e dar visibilidade a projetos voltados ao desenvolvimento sustentável e à qualidade de vida em Itabira.

SERVIÇO
Vale + Comunidade na Praça – Especial Dia da Água
Local: Praça Dr. Acrísio Alvarenga (Praça Redonda), Centro – Itabira
Data: 27 e 28 de março de 2026
Entrada: gratuita

Horários
• Sexta-feira (27): das 16h às 22h
• Sábado (28): das 9h às 13h e das 16h às 22h
Programação – sexta-feira (27/03)

Oficinas:
• 16h às 17h: pintura em ecobags
• 18h às 19h30: “Sons da natureza”, com a Orquestra de Ouro Preto
• 18h às 19h30: contação de histórias com o grupo Pipoquinhas

Atrações musicais:
• 18h às 19h: Yago Rios
• 19h30 às 20h30: aula de forró
• 20h30 às 22h: sexteto da Orquestra de Ouro Preto

Espaços:
• 16h às 22h: feira de empreendedores locais
• 9h às 22h: experiência imersiva do Projeto Rio Tanque

Programação – sábado (28/03)

Oficinas (manhã):
• 9h30 às 10h30: Batucabrum – oficina de orquestra com instrumentos reciclados
• 10h30 às 11h30: vivência musical Batucabrum
• 11h30 às 13h: apresentação final no palco principal
• 10h às 12h: pintura em ecobags (Programa de Educação Ambiental da Vale)

Oficinas (tarde):
• 16h às 18h: pintura de taças
• 18h às 19h30: “Sons da natureza”, com a Orquestra de Ouro Preto

Atrações musicais:
• 18h às 19h: Yago Rios
• 19h30 às 20h30: aula de forró
• 20h30 às 22h: sexteto da Orquestra de Ouro Preto

Espaços:
• 16h às 22h: feira de empreendedores locais
• 9h às 22h: experiência imersiva do Projeto Rio Tanque