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Petrobras faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos

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A Petrobras localizou a presença de hidrocarbonetos no pré-sal da Bacia de Campos. A identificação foi no bloco C-M-477 do poço exploratório perfurado no Setor SC-AP4 da região. De acordo com a nota da companhia, em profundidade d’água de 2.984 metros, o poço 1-BRSA-1404DC-RJS está localizado a 201 km da costa do estado do Rio de Janeiro.

“O intervalo portador de hidrocarbonetos foi constatado através de perfis elétricos, indícios de gás e amostragem de fluido”, afirmou.

Conforme a empresa, as amostras seguirão posteriormente para análises laboratoriais. É por essas avaliações que será possível caracterizar as condições dos reservatórios e fluidos encontrados, para definir a continuidade do estudo do potencial da área.

“A perfuração do poço foi concluída de maneira segura, em respeito ao meio ambiente e às pessoas”, completou.

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Segundo a petroleira, a sua atuação no bloco C-M-477, na Bacia de Campos, “está alinhada à estratégia de recomposição das reservas de petróleo e gás por meio da atuação em áreas de fronteira exploratória, em parceria com outras empresas, assegurando o atendimento à demanda nacional de energia durante a transição energética”.

Com 70% de participação, a Petrobras opera o bloco C-M-477, em parceria com a empresa BP, que participa com o restante. “O bloco é oriundo da 16ª Rodada de Licitações da ANP, em regime de concessão”, concluiu a nota.

 

Fonte: Agência Brasil

Concurso Nossa Rua é Hexa está de volta em Itabira para mobilizar bairros durante a Copa do Mundo

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O clima de Copa do Mundo já começa a tomar conta de Itabira com o retorno do concurso “Nossa Rua é Hexa”, iniciativa que convida moradores a transformarem suas ruas em espaços temáticos para o mundial de 2026. Criado em 2022, o programa já mobilizou diversos bairros da cidade, fortalecendo o convívio comunitário e promovendo o uso positivo dos espaços públicos.

A proposta do concurso é simples: moradores se organizam para decorar suas ruas com temas relacionados à Seleção Brasileira e à Copa do Mundo. As ruas participantes são avaliadas por meio de votação popular, e as mais votadas recebem como premiação a transmissão pública de jogos do Brasil durante o mundial.

Ao todo, poderão ser realizadas até sete transmissões públicas, distribuídas entre as ruas vencedoras, desde a fase de grupos até as semifinais da competição, ampliando o acesso da população ao esporte e ao lazer.

Além de estimular a criatividade e o espírito esportivo, o concurso busca fortalecer vínculos entre vizinhos, incentivar o sentimento de pertencimento e valorizar os territórios da cidade.

As inscrições começam amanhã, 10 de abril, e terminam no dia 25 de abril, por meio do link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc8Z_F-hJ8QT1lmg47nojJrqH4zk0E2zil2DAOjqbnDn6-M5g/viewform?usp=dialog 

A secretária municipal de Esporte e Lazer, Luiza Cupertino, destaca o impacto social da iniciativa. “Desde 2022, o ‘Nossa Rua é Hexa’ tem mostrado como o esporte pode transformar comunidades. Mais do que decorar ruas, estamos promovendo encontros, fortalecendo laços e criando momentos de alegria coletiva para os moradores de Itabira”, reforçou.

Na última edição, o engajamento popular chamou atenção: foram mais de 182 mil votos registrados pela internet na escolha das ruas vencedoras. Ao todo, 92 ruas se inscreveram inicialmente, resultando em mais de 50 decorações espalhadas pela cidade. Após análise dos critérios do regulamento, 32 ruas seguiram para votação popular. Os bairros Água Fresca, Pará, Pedreira, Gabiroba e Amazonas levaram a disputa em 2022. 

O prefeito Marco Antônio Lage reforça o papel da ação na cidade. “Esse é um projeto que une cultura, esporte e cidadania. A Copa do Mundo é um momento especial para os brasileiros, e queremos que cada bairro de Itabira viva essa experiência de forma coletiva, com participação, organização e muito entusiasmo”, destacou o prefeito. 

Para participar, é necessário que os moradores da rua se organizem e apresentem um abaixo-assinado com adesão mínima de 60% dos residentes, além de garantir pelo menos 100 metros de ornamentação. As decorações devem ser seguras, temporárias e respeitar o patrimônio público e privado.

REGULAMENTO OFICIAL

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Vale fortalece agenda de sustentabilidade com novo projeto de mineração circular em Minas Gerais

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Iniciativa em Gongo Soco reaproveita rejeitos de mina paralisada, reduz resíduos e amplia produção de minério de ferro de fontes circulares

A Vale avança em seu programa de mineração circular com a implantação de um projeto de reaproveitamento de rejeito da mina Gongo Soco, em Barão de Cocais (MG). A iniciativa reforça Minas Gerais como polo da produção de minério de ferro de fontes circulares, com ganhos em segurança, redução de impactos ambientais e geração de valor. Ano passado, a Vale mais do que dobrou sua produção circular, alcançando 26,3 milhões de toneladas, um crescimento de 107% em relação a 2024. Cerca de 80% desse volume foi produzido no Estado.

O projeto de circularidade na mina Gongo Soco, paralisada desde 2016, envolve a implantação de uma usina para processamento de rejeito proveniente da descaracterização da barragem Sul Superior e de duas pilhas da unidade. A planta terá capacidade para produzir cerca de 2 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.

Segundo Juliana Cota, diretora de Minas Paralisadas do Corredor Sudeste da Vale, a usina foi concebida para operar de forma sustentável e integrada às obras de descaracterização da barragem Sul Superior. “Optamos por uma solução de concentração magnética que maximiza a recuperação de minério de ferro contido no rejeito. O reaproveitamento desses materiais acontecerá ao longo dos próximos anos, seguindo o cronograma de descaracterização da estrutura geotécnica”, destaca a diretora.

Descaracterização da Barragem Sul Superior, em Barão de Cocais (MG), deve ser concluída em 2029. A barragem integra o Programa de Descaracterização de Estruturas a Montante da empresa, que já eliminou 19 das 30 estruturas previstas, alcançando 63% de execução até o momento. (Imagem: Fernando Piancastelli)

A planta será instalada na área da antiga usina de Gongo Soco, concentrando a movimentação dos materiais em área interna da unidade, com escoamento do produto pela Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). “Além de adotarmos uma tecnologia de beneficiamento mais simples e compacta, com menor ocupação de área, estamos desenvolvendo uma engenharia modular, para termos uma obra mais rápida, econômica e com menor geração de emissões de gás carbônico”, observa Luis Gustavo Silva, engenheiro da Vale responsável pelo projeto.

A construção da usina deve durar cerca de 19 meses, com início da operação previsto para o ano que vem, seguindo as normas de licenciamento ambiental e as exigências regulatórias.

O projeto em Gongo Soco integra o Programa de Mineração Circular da Vale – Waste to Value, que tem como objetivo transformar rejeito e estéril em novos produtos, reduzindo a geração de resíduos, otimizando o uso das reservas minerais e contribuindo para a sustentabilidade das operações.

Minas Gerais já é referência em mineração circular da Vale. Além da produção de minério de ferro de fontes circulares, a exemplo das minas Capanema e Vargem Grande, a empresa também produz coprodutos a partir de rejeitos. É o caso da Areia Sustentável e da Fábrica de Blocos da Mina do Pico.

Até 2030, a companhia projeta que aproximadamente 10% de sua produção anual de minério de ferro seja proveniente de fontes circulares, reforçando seu compromisso com uma indústria cada vez mais responsável.

Reservas provadas de petróleo no Brasil crescem 3,84% em 2025

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O volume de reservas de petróleo no Brasil alcançou 17,488 bilhões de barris em 2025, o que representa expansão de 3,84% em relação ao ano anterior.

Esse volume representa que, se o Brasil não descobrisse mais nenhum reservatório de petróleo e mantivesse o mesmo ritmo de produção, teria reservas suficientes para 12,7 anos.

Os dados fazem parte do Boletim Anual de Recursos e Reservas, divulgado nesta sexta-feira (10) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, autarquia federal que regula o setor.

As informações apontadas pela ANP são apuradas diretamente com companhias que exploram e produzem petróleo. 

Para alteração no volume de reservas, são levadas em conta informações sobre descobertas e também revisão de campos já conhecidos. A agência teve acesso a dados de 441 campos em 12 estados.

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Nível de reposição

Os dados de 2025 mostram que o índice de reposição de reservas provadas em 2025 foi de 147,03%, representando 2,023 bilhões de barris em novas reservas.

Quando um país ou uma empresa tem o índice superior a 100%, isso significa que descobre mais reservas do que produziu de petróleo em determinado período.

No caso do Brasil em 2025, para cada 100 barris produzidos foram provados 147 em reservas. No ano passado, os campos brasileiros produziram 1,38 bilhão de barris de petróleo.

Do total de reservas provadas no país, 82% ficam no pré-sal, vasta reserva localizada no litoral brasileiro, situada a mais de 7 mil metros de profundidade (equivalente a 184 vezes a altura da estátua do Cristo Redentor), abaixo de uma espessa camada de sal. O pré-sal se estende de Santa Catarina ao Espírito Santo.

Gás natural

O boletim da ANP traz informações também sobre gás natural. As reservas provadas alcançaram 572,752 bilhões de metros cúbicos (m³), expansão de 4,89% na passagem de 2024 para 2025.

Das reservas provadas de gás natural, 69,3% estão no pré-sal.

Ministro da Fazenda inicia agenda internacional nos EUA e na Europa

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, inicia na segunda-feira (13) uma agenda internacional que inclui compromissos nos Estados Unidos, Espanha e Alemanha. A viagem, que segue até o dia 20, marca a primeira série de encontros do ministro no exterior desde que assumiu o cargo, no lugar de Fernando Haddad, que deixou o governo.

A missão tem como objetivo reforçar a posição do Brasil em debates globais, com foco em temas como reforma tributária internacional, transição energética e fortalecimento de instituições multilaterais.

O roteiro começa em Washington, com as reuniões de primavera (no Hemisfério Norte) do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. A partir de sábado (19), o ministro acompanha a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Europa, incluindo Espanha e Alemanha, com compromissos voltados à defesa da democracia, política industrial e cooperação internacional. 

Os encontros previstos na agenda do ministro reúnem autoridades econômicas de diversos países. Entre eles estão a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva; o ministro da Economia da França, Roland Lescure; o ministro das Finanças da China, Lan Fo’an, a presidente do Banco Mundial, Ajay Banga; e o ministro das Finanças da Alemanha, Lars Klingbeil

A viagem ocorre em meio a um cenário internacional marcado por tensões geopolíticas e debates sobre crescimento sustentável, com o Brasil buscando ampliar protagonismo em temas como clima e justiça tributária.

Fonte: Agência Brasil